Sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 – 06h33 – A Tribuna Digital
Estatística anual
Em 2011, mais roubos e furtos na Baixada Santista
Em 2011, foram registrados, em média, 80 furtos (subtração de bens sem ação violenta) e 46 roubos (com uso de violência) por dia na Baixada Santista, um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior. No ano passado foram 46.412 ocorrências desses crimes nas nove cidades da região, enquanto em 2010 ocorreram 42.237 registros.
Os dados constam nas estatísticas divulgadas ontem pela Secretaria Estadual da Segurança Pública e não levam em conta furto e roubo de veículos (6.586 em 2011, contra 6.527 em 2010, alta de 0,9%).
Maior em cubatão
Cubatão foi o município da região em que os roubos mais aumentaram: 21,9%. Foram 1.156 registros em 2011, contra 948 em 2010. A segunda pior marca ficou para Mongaguá com crescimento de 14,9%, e a terceira para São Vicente, onde os roubos registraram 14,5% de aumento. Em Santos, alta de 7,2%. Em algumas cidades, este tipo de crime diminuiu: 32,3% em Peruíbe, 6,7% em Bertioga e 4,1% em Itanhaém.
Homicídios
Em 2011, Praia Grande liderou o número de mortes violentas na Baixada Santista. Foram 47 assassinatos na cidade, sete a mais do que em 2010. São Vicente registrou 45 homicídios, contra 44 no ano anterior. Guarujá manteve a mesma taxa que em 2010: 33 mortes. Itanhaém quase dobrou o número de assassinatos: foram 23 em 2011 e 12 em 2010.
Santos registrou 26 homicídios, contra 36 no ano anterior. O Estado de São Paulo fechou 2011 com 4.189 homicídios dolosos, 132 a menos que no ano anterior, quando foram registradas 4.321 mortes intencionais.
Latrocínios
Em todo o Estado, os latrocínios (roubos seguidos de morte) subiram 20,9%, com 53 casos a mais que no ano anterior. Foram registrados 306 em 2011 e 253 em 2010.
Sequestros
A Baixada Santista e o Vale do Ribeira, região de responsabilidade do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 6 (Deinter-6), que abrange 23 municípios, registraram somente um caso de extorsão mediante sequestro em 2011, contra quatro no ano anterior. A queda contribuiu para a redução estadual dos sequestros, que foi de 2,74%.

















