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AO MENOS 7 CIDADES, COMO UBATUBA E GUARUJÁ, ADMITEM RISCO NO ABASTECIMENTO DE ÁGUA. 
FLUXO DE TURISTAS DEVE AUMENTAR; TEM GENTE VINDO PARA LAVAR ROUPA, TOMAR BANHO E VOLTAR PARA SÃO PAULO, DIZ PREFEITA.
 

 

Pela primeira vez em 15 anos, a casa de Richard Domingues, 23, ficou com as torneiras secas na quarta (12). Ele não hesitou: comprou uma caixa-d’água extra de 2.000 litros já no dia seguinte para acomodá-la no jardim.

O temor da família, que mora na praia de Pernambuco, em Guarujá, está espalhado pelas praias paulistas para a temporada de verão.

Ao menos sete destinos do litoral de São Paulo admitem que moradores e turistas poderão enfrentar desabastecimento em alguns pontos: Ubatuba, São Sebastião, Ilhabela, Praia Grande, Itanhaém, Guarujá e São Vicente.

Se em anos anteriores já não era incomum a falta de água em momentos de pico, desta vez a crise hídrica no Estado virou um agravante.

Além da expectativa de crescimento de visitantes, a partir de prévias dos últimos finais de semana, prefeituras temem que veranistas usem a água no litoral para compensar a escassez na Grande SP.

A situação nos preocupa porque muita gente está vindo antes da temporada para lavar roupa, tomar banho e voltar para São Paulo, diz a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB).

O empresário Felipe Villarino Garcia, que mora no Jardim dos Pássaros, em Guarujá, investiu numa bomba em seu sobrado. Antes da temporada, a água não tem força para chegar ao segundo andar.

A captação de água nessas cidades costuma ser a partir de mananciais próprios ou de rios de municípios vizinhos. No Guarujá, por exemplo, é feito pelo sistema Jurubatuba.

TESTE

O feriado de quinta (20) está sendo visto como um primeiro teste para a região.

Em setembro e outubro, 1,3 milhão de carros desceram a serra nos fins de semana, segundo a Ecovias, concessionária da Anchieta-Imigrantes.

O número supera os do mesmo período em 2013 (1,2 milhão) e 2012 (1,1 milhão).

Juntas, 12 prefeituras do litoral aguardam 14,5 milhões de turistas nesta temporada, ante uma população fixa de 1,9 milhão de pessoas.

Na tentativa de economizar água, algumas diminuíram até o tempo das chuveiradas na praia e instalaram lava-pés, como Santos.

Em Guarujá, a administração acionou a Sabesp na Justiça para obrigar a estatal a apresentar seu plano para garantir água no verão.

Em Ilhabela e São Sebastião, os gestores também dizem que é grande a chance de casas ficarem sem água.

Nessa época, algum tipo de desabastecimento acontece em horários pontuais e períodos curtos no município afirma Antonio Colucci (PPS), prefeito de Ilhabela.

A Folha pediu entrevista com técnicos da Sabesp para falar sobre a ameaça de falta de água no litoral, mas foi informada que eles trabalham no plano para a temporada de verão e não poderiam falar.

O sistema de abastecimento da Baixada, diz a estatal, atende “plenamente a população fixa, além de turistas.

A empresa afirma ter investido, em 2013, cerca de R$ 90 milhões em melhorias e diz que inaugurou duas estações de tratamento, uma em Guarujá e outra em Itanhaém.

Sobre a falta de água na casa dos Domingues, diz que foi por um reparo emergencial.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo


A POPULAÇÃO DE GUARUJÁ E VICENTE DE CARVALHO GOSTARIA DE AGRADECER A SABESP E AO GOVERNO DE SÃO PAULO, OBRIGADO POR NADA!
FORAM MAIS DE 100 MILHÕES INVESTIDOS CONFORME A SABESP NA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA (ETA). TODOS JÁ SABÍAMOS DO RESULTADO, ABSOLUTAMENTE NADA E MAIS UMA OBRA SUSPEITA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO. VEJAM A MANIFESTAÇÃO DA POPULAÇÃO DE GUARUJÁ E DO ITAPEMA NO FACEBOOK.
 
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SABESP GARANTE 30 ANOS DE ÁGUA SEM PROBLEMAS NA BAIXADA SANTISTA.

A Baixada Santista não deve ter problemas no abastecimento de água nos próximos 30 anos. A garantia foi dada pela diretora-presidente da Sabesp, Dilma Pena, na inauguração da Estação de Tratamento de Água (ETA) Mambu-Branco, em Itanhaém. Mais tarde, ela esteve em Guarujá, onde entregou a ETA Jurubatuba.

No caso da unidade de Mambu-Branco, localizada na Estrada Francisco Paniquar Filho – antiga Estrada Coronel Joaquim Branco, próximo à barragem do Rio Branco, – a nova capacidade de produção será de 1,6 mil litros de água potável por segundo, o dobro do volume anterior. Serão beneficiadas diretamente Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e a Área Continental de São Vicente. O projeto custou R$ 413 milhões e levou três anos e meio para ser concluído.

Na ETA Jurubatuba, serão produzidos 2 mil litros de água tratada por segundo e haverá um Centro de Reservação, com capacidade para receber 10 milhões de litros de água tratada.

Neste caso, serão beneficiadas ascidades de Guarujá (especialmente o Distrito de Vicente de Carvalho) e, indiretamente, Santos e Cubatão. O custo total da obra foi de R$ 100 milhões.

A presidente da estatal destacou que os cálculos consideraram as demandas nos meses de pico nos municípios da Baixada Santista. “Essa margem de crescimento populacional é que nos dá a garantia do abastecimento da região pelos próximos 30 anos”, explica.

Mesmo assim, segundo ela, a partir do ano que vem a Sabesp começará a trabalhar para a duplicação da capacidade de tratamento de água na ETA Mambu-Branco. “Serão aplicados mais R$ 50 milhões, que devem ser suficientes para passar o volume de água tratada de 1,6 mil litros por segundo para 3,2 mil litros por segundo”, estima. Para dimensionar tal volume, ele seria suficiente para encher 60 piscinas olímpicas de água em um segundo ou atender mais 800 mil pessoas de uma hora para outra. Segundo o diretor de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente da Sabesp, João Paulo Papa, o investimento é um alento para os prefeitos da região.

“Só quem foi ou é prefeito sabe o tamanho do desafio de administrar uma cidade da Baixada na temporada. É um crescimento populacional assustador. Seria muito fácil trabalharmos com a demanda média. Mas não dá para fazer isso quando o assunto é abastecimento de água e saneamento básico. Precisamos trabalhar no pico”, disse ele, que governou Santos de 2005 a 2012.

Também nas inaugurações, o secretário do Estado de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni, destacou que São Paulo caminha num ritmo mais veloz do que o resto do País neste quesito. “Seremos o primeiro Estado do Brasil a universalizar os serviços de saneamento. Investimentos como esse mostram a grandeza do empreendimento”.

Dilma Pena ainda destacou a interligação do sistema, que permite que um manancial compense o outro em caso de falta d’água. Dessa forma, mesmo que a unidade de Guarujá, por exemplo, enfrente dificuldades, há uma ligação entre as redes que permitirá que o baixo volume naquela cidade seja compensado.

Fonte: A Tribuna Digital


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E O PODEROSO DR. ANDRÉ GUERATO, ADVOGADO GERAL DO MUNICÍPIO, COMO NÃO PODE ABRIR UMA SINDICÂNCIA, RESOLVEU PROCESSAR A SABESP!
PRIMEIRO PRECISAMOS SABER SE A PREFEITURA JÁ PAGOU A SABESP. DEPOIS ELE TAMBÉM PODERIA PROCESSAR SÃO PEDRO PELAS CHUVAS, O MOSQUITO DA DENGUE E HENRY FORD POR TER INVENTADO OS VEÍCULOS…HA..HA..HA.. 
 
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PREFEITURA DE GUARUJÁ DECIDE ENTRAR COM AÇÃO CONTRA A SABESP

Após receber um ofício da Sabesp nesta segunda-feira, a Prefeitura de Guarujá decidiu ajuizar ação civil pública contra a estatal. O documento será protocolado hoje, na comarca guarujaense.

A posição oficial que deixou o Executivo guarujaense contrariado foi a réplica à notificação-extrajudicial, protocolada na última sexta-feira. Na ocasião, a Prefeitura cobrou da Sabesp uma solução ao desabastecimento dos bairros.

Em resposta encaminhada nesta segunda-feira, a companhia considerou que a Administração Municipal cometeu um equívoco. “O problema ocorrente na área da Enseada não gerou a interrupção do fornecimento de água e sim a redução de sua pressão”, declara em ofício, o superintendente da Baixada Santista, João Cesar Queiroz Prado.

“Falar que não há falta de água, mas sim um problema de pressão, é um jogo de palavras, que não resolve o problema”, reclama o advogado-geral do Município, André Guerato.

Para a Prefeitura, a resposta da Sabesp foi “desrespeitosa e ofensiva à população de Guarujá”. No documento, a estatal credita o problema também à conjunção dos fatores: altas temperaturas e demanda turística.

A Procuradoria do Município espera garantir, por meio de liminar judicial, a prestação do serviço sem interrupções. Caso o juiz acolha o pedido, poderá até fixar penalidades à estatal. 

Resposta

Em nota, a Sabesp se colocou à disposição da Prefeitura para prestar informações e esclarecimentos sobre o saneamento no Município e estabelecer parcerias. A empresa afirma ainda “reconhecer o legítimo direito da Prefeitura do Guarujá de demandar ações para a melhoria do saneamento na Cidade”.

Fonte: A Tribuna Digital


CADÊ À ÁGUA SABESP?
APÓS OITO DIAS SEM ÁGUA, SABESP RESTABELECE ABASTECIMENTO EM HOTEL.
 
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Depois de ficar oito dias sem água, o dono do Hotel Casa Branca, na Enseada, em Guarujá, terá que enfrentar um prejuízo de pelo menos R$ 10 mi. Isso porque Gláucio Canpanatti precisou recorrer a dez caminhões-pipa para garantir o fornecimento dentro do estabelecimento, que costuma ter uma ocupação diária de mais de 100 leitos nessa época do ano.

O empresário explica que a situação ficou complicada. “Pedi a colaboração dos hóspedes, mas isso é inaceitável”, disse, na manhã de hoje. Na tarde desta segunda-feira, por volta das 15 horas, Gláucio informou que o problema havia sido solucionado.

Em nota, a Sabesp esclareceu que uma equipe técnica realizou vistoria no Hotel Casa Branca, constatando que o caso estava relacionado às instalações internas do imóvel. 

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Notificação

A fim de colocar um ponto final na novela envolvendo a  companhia responsável pelo fornecimento de água no Município, a Prefeitura de Guarujá notificou a estatal, na última sexta-feira, a normalizar o serviço ou apresentar medidas alternativas à população. Na ocasião, a Sabesp se comprometeu a normalizar o fornecimento até domingo.

A falta d’água na Cidade começou no último dia 27 de dezembro, quando a empresa inaugurou a Estação de Tratamento de Água (ETA) Jurubatuba e, também na oportunidade, garantiu a solução dos problemas referentes ao abastecimento no Município.

No entanto, a partir da mesma data, as torneiras ficaram secas em grandes regiões de Guarujá como a Enseada, onde muitos comerciantes tiveram prejuízos porque não conseguiram atender à grande demanda de turistas que lotou a praia durante as festas de fim de ano. Outras cidades da Baixada Santista, como Santos, São Vicente e Bertioga também enfrentaram falta d’água.

Fonte: A Tribuna Digital


SEM ÁGUA, TURISTA ANTECIPA VOLTA DA BAIXADA SANTISTA
PONTOS DE CIDADES COMO O GUARUJÁ JÁ ESTÃO HÁ OITO DIAS COM AS TORNEIRAS SECAS. SEM ÁGUA, MUITOS TURISTAS ANTECIPARAM A VOLTA DO LITORAL.
 
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A falta de água, problema crônico no verão, ganhou proporções ainda maiores nesta temporada em cidades do litoral de São Paulo.

Pontos de cidades como o Guarujá já estão há oito dias com as torneiras secas. Sem água, muitos turistas anteciparam a volta do litoral.

O problema, que começou no dia 28 e se agravou após o Ano-Novo, atinge também Santos, Bertioga, Praia Grande, São Vicente, Itanhaém, São Sebastião e Ilhabela, segundo as prefeituras.

A estudante Bruna Capuchim, 19, alugou uma casa com amigos próxima à praia de Enseada, no Guarujá, no dia 28. Só tiveram água regularmente no primeiro dia.

“A gente chega da praia cheia de areia e não tem nem um chuveiro pro banho, tem que ser na canequinha”, diz ela, referindo-se a uma única torneira que ainda recebe pequenas quantidades de água da rua –com interrupções.

O grupo, de 18 pessoas, reveza a canequinha. Eles pagaram R$ 8.600 pelo aluguel de temporada e já decidiram que pedirão desconto ao proprietário. Seis deles desistiram e anteciparam a volta.

“Nos dois últimos dias, a situação se tornou crítica. Impossível ficar aqui”, disse o diretor artístico Eliabe Moreira, 43, dono de um apartamento na Enseada.

Ele disse que, após o “traumático início do ano”, decidiu antecipar o retorno e pretende vender o apartamento, cujo IPTU é de R$ 2.800.

O problema afeta também quem depende da água para trabalhar. Desabastecido desde o Natal, Arão Medeiros, dono de um quiosque no Guarujá, precisou comprar 200 caixas de garrafas de água mineral para manter o estabelecimento aberto.

Houve até quem fosse à praia somente para tomar banho nas duchas mantidas pela prefeitura na orla, que usam água do mar.

O município deu um ultimato à Sabesp na sexta-feira: a empresa teria 24 horas para resolver o problema ou apresentar medidas alternativas. Do contrário, afirma que irá acionar a Justiça.

Segundo a administração local, o problema ocorre mesmo após a inauguração de uma nova estação de tratamento de água no município, no último dia 27.

Segundo o coordenador regional do Procon na Baixada Santista, Alexandre Cardoso, a empresa pode ser multada –os valores variam entre R$ 600 e R$ 6 milhões. O órgão também estuda pedir um abatimento na conta de água.

A Sabesp afirma que a situação já começou a ser normalizada e que a falta de abastecimento ocorre em pontos isolados.

Diz ainda que o problema ocorreu devido ao calor, à falta de chuvas e ao fato de que os turistas permaneceram mais tempo na região.

Fonte: Agora/SP – Folha de São Paulo


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