DEPOIS DA LAMBANÇA, O NEGÓCIO É CULPAR O GOVERNO DO ESTADO!
GUARUJÁ RECORRE AO ESTADO PARA SOLUCIONAR IMPASSE DE NOVO ACESSO.
 
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Uma reunião marcada para a manhã desta quinta-feira entre a Prefeitura de Guarujá e o Governo do Estado poderá solucionar o impasse para a abertura ao tráfego de veículos no novo acesso à Margem Esquerda do Porto de Santos. A via, que deverá ser entregue até a primeira quinzena de agosto, ainda não teve a interligação com Rodovia Cônego Domênico Rangoni autorizada, por conta da falta de uma pista de desaceleração, não prevista no orçamento original da obra.

O encontro estava marcado para às 10 horas, na Secretaria de Transportes e Logística do Estado. Além da pasta, estarão representantes da Agência Reguladora de Serviços Delegados de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) e dos terminais desta região do Porto – uma vez que as empresas foram responsáveis pela realização da nova via, que desafogará em até 25% o fluxo de caminhões da Rua Idalino Pinês (Rua do Adubo), atualmente o único acesso ao cais, em Guarujá.

A expectativa da Prefeitura é de que o Estado possa projetar e construir a pista de desaceleração, que, segundo a Artesp, deverá ser feita na Domênico Rangoni. Ela deverá ter, pelo menos, um quilômetro de extensão e seis metros de largura. De acordo com a agência reguladora, trata-se de um equipamento obrigatório, previsto em regulamento, que visa garantir a segurança dos veículos, ciclistas, pedestres e das empresas nas proximidades do novo acesso.

A reunião foi marcada um dia após A Tribuna ter noticiado o problema, que pode comprometer o escoamento da próxima safra agrícola. Isto porque os caminhões de grãos serão os principais veículos que utilizarão a via alternativa. Por isso, o acesso foi construído nos últimos três meses, ao custo de R$ 1,5 milhão pela iniciativa privada, para evitar que novas filas congestionassem as vias urbanas e estaduais de acesso ao Porto de Santos.
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Negociação

“O Estado, construindo a pista de desaceleração, fará valer a promessa feita, no ano passado”, lembra o vice-prefeito Duíno Verri Fernandes, que também é secretário de Infraestrutura e Obras de Guarujá. Ele refere-se ao comprometimento feito pelo secretário Saulo de Castro, então chefe da pasta de Transportes do Estado, de que realizaria o acesso provisório, em meio ao caos viário. Os terminais, no entanto, assumiram a obra, priorizando agilidade.

Em 7 de março, a Artesp disse aos responsáveis pela obra, coordenada pela Associação Comercial de Guarujá e representantes dos terminais da Margem Esquerda, que o projeto inicialmente apresentado havia sido aprovado, com a ressalva de que seria preciso construir a pista de desaceleração.

“Se o Estado não fizer, teremos que recorrer ao Governo Federal”, afirma o vice-presidente da instituição, Jairo Francisco Nobre.

Na última segunda-feira, a Secretaria de Transportes e Artesp afirmaram para A Tribuna que seria possível oferecer o projeto para a faixa, sem garantir que realizariam a obra. A agência afirmou, em nota, que sugeriu a eliminação de pista uma de rolamento da via, para assim reduzir custo, permitindo a realização da pista a rodovia (cujo valor seria superior a do novo acesso).

Fonte: A Tribuna Digital

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