QUANTAS PESSOAS PODERIAM TER FICADO FERIDAS, PREFEITA MARIA DE BRITO?
A COVARDIA E OMISSÃO DO GOVERNO, O OPORTUNISMO DOS VEREADORES EM GUARUJÁ, DEMONSTRAM MAIS UMA VEZ QUE IGNORAR A LEI PODE LEVAR A UMA TRAGÉDIA. COMO EXIGIR QUE AMBULANTES CUMPRAM AS LEIS SE OS PRÉDIOS PÚBLICOS DO GUARUJÁ NÃO CUMPREM AS NORMAS DE SEGURANÇA?
 
 

Uma barraca de comidas pegou fogo no domingo (15), na praia de Pitangueiras. O dono, Antônio Furtado, 53, conta que houve uma explosão quando a mulher dele estava usando o fogão para fazer uma fritura e que o vento alastrou o fogo pela barraca.

Explodiu do nada, deve ter vazado gás”, afirma. A mulher dele foi atingida e queimou a barriga. Ela foi levada para o hospital. Furtado ainda limpou as coisas e acertou as contas com os clientes antes de ir ver a mulher.

Segundo o sargento Abreu, dos bombeiros que foram apagar o incêndio, os materiais do carrinho de Furtado atendiam a legislação.

Com as praias lotas é inadmissível em pleno século XXI a utilização dos carrinhos, bem como a manipulação de alimentos sobre as areias. Em 1990 sobre o comando do então Secretário de Obras Adhemar Pozzani, foi desenvolvido um projeto de construção de quiosques, para cada unidade abrigar quatro ambulantes, o vendedor de coco, o de milho, de pastel e sorvetes.

Passados 25 anos temos mais de 120 quiosques, barracas, aproximadamente uns 500 carrinhos nas areias que comercializam de tudo, lojas de roupas, alimentos, cocos, sorvete, milho, queijo coalho, pastel, raspadinha, batidas, enfim analisando legalmente, contabilmente e sanitariamente, tudo quase ilegal.

Escondidos atrás de uma mascaras de “excluídos sociais“, o comércio ambulante nas praias geram muita riqueza, como podemos ler na matéria publicada na Veja São Paulo Ed. 2407. Alguns ambulantes chegam a faturar cerca de 2.000 reais por dia, alguns até 50.000 por mês, a maioria não pagam impostos e ainda exploram mão de obra infantil.

 

Comprar cervejas em supermercados por R$ 1,60 e vender a R$ 5,00, água mineral a R$ 5,00, porções de batatas fritas a R$ 30,00, cobrar consumação, aluguel de mesas e cadeiras, são motivo de manchetes em grandes jornais do país.

Os ambulantes em Guarujá, fantasiados de coitadinhos, desempregados, pregando sua miserabilidade, são na verdade um bando de espertalhões que estão destruindo o último recurso turístico disponível na Ilha de Santo Amaro, as nossas praias.

Infelizmente esta cidade tem a memória muito curta, mas vamos perguntar aos familiares das 250 pessoas que morreram de virose em 2010, qual foi o resultado da investigação. O que é virose? Onde foi pega? Como se propagou?

Pois bem, passados cinco anos, encontro nas filas de supermercados famílias reclamando que após virem das praias, seus entes queridos estão doentes, com diarreia e vômitos. Médicos ligam em casa pedindo para publicarmos em nossas tribunas, para turistas não consumirem alimentos nas praias. Postos de Saúde lotados de gente doente, crianças, idosos, enfim, será que é dificil estabelecer a origem do problema?

Vamos aos supermercados e estamos sempre preocupados com o vencimento dos produtos, iogurtes, carnes e frango congelados, e fica a pergunta: – Qual a temperatura ambiente da maionese, mostarda, catchup, utilizadas num carrinho de praia?

Bem para finalizar, recomendo a nossa Prefeita de Guarujá uma visita a qualquer estacionamento de carrinhos de praias, preferencialmente a noite, caso ela não tenha medo de enormes ratazanas.

Fontes: Folha de São Paulo/Veja SP

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comentários
  1. maria disse:

    Realmente existe muitos descaso da prefeitura. Mais a invés de críticar o comércio praiano porque não ajudar a construir o que o povo merece. E também perceber o que também é bom.

    • Os Inconfidentes disse:

      Comentário posterior ao seu no Blog:
      “Se existe hoje uma determinação na 4ª Vara da Justiça Federal de Santos que as barracas da Enseada devem ser retiradas, penso que a hora é começar a cobrar! Penso ser um começo! Eu já enviei um e-mail para a 4ª Vara cobrando e estou aguardando a resposta. Uma outra medida seria escrever para Ministério Publico! Eles precisam saber o que está acontecendo. Afinal a vida de pessoas estão em jogo!”

  2. Lea Brasolini disse:

    Se existe hoje uma determinação na 4ª Vara da Justiça Federal de Santos que as barracas da Enseada devem ser retiradas, penso que a hora é começar a cobrar! Penso ser um começo! Eu já enviei um e-mail para a 4ª Vara cobrando e estou aguardando a resposta. Uma outra medida seria escrever para Ministério Publico! Eles precisam saber o que está acontecendo. Afinal a vida de pessoas estão em jogo!

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