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PARABÉNS PROFESSORA MARIA ANTONIETA DE BRITO E SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PRISCILA BONINI!
GUARUJÁ TEM O PIOR NÍVEL DE LEITURA, ESCRITA E MATEMÁTICA DA BAIXADA SANTISTA, DIZ MEC. PROFESSORAS ANTONIETA E PRISCILA BONINI PREPARAM SEUS ELEITORES PARA O FUTURO.

 

A cidade de Guarujá ficou com a pior classificação da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, nos três quesitos da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2014, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (17).

A avaliação do MEC mede o conhecimento destes estudantes em diferentes níveis de três áreas: leitura, escrita e matemática. A avaliação é feita com alunos do 3º ano do fundamental, de escolas municipais e estaduais, em áreas urbanas e rurais. Há níveis em cada um dos quesitos, sendo o 1 considerado o pior. Já o 5 é o melhor.

Na escala de leitura, é considerado inadequado apenas o nível 1. Guarujá foi a cidade com o maior número de alunos neste nível, com 21,88% dos estudantes. Eles são capazes apenas de ler palavras com sílabas canônicas (compostas de uma vogal e uma consoante) e não canônicas.

Já Cubatão teve o melhor resultado da região na leitura. Cerca de 18,69% dos alunos se enquadram no nível 4, onde o estudante já deve ser capaz de reconhecer a relação de tempo em texto verbal e os participantes de um diálogo em uma entrevista ficcional, identificam outras estruturas sintáticas em textos curtos, como o pronome possessivo, o advérbio de lugar e o pronome demonstrativo, entendem o sentido de trechos de contos e o sentido de palavras em meio a texto mais compridos.
Em escrita, do nível 1 ao 3, os estudantes demonstram que não aprenderam o esperado.

Cerca de 11,35% das crianças de Guarujá “ainda não escrevem palavras alfabeticamente” e “provavelmente não escrevem o texto ou produzem textos ilegíveis”, segundo a ANA. Guarujá tem o maior número de alunos no nível 1 da Baixada Santista.

A cidade de Itanhaém lidera o ranking das cidades da região que tem o maior número de estudantes no nível 5 da escrita. Eles representam 19,73% dos estudantes avaliados. Esses alunos sabem continuar uma narrativa, com uma situação central e final, articulam as partes do texto com conectivos, separam e escrevem as palavras corretamente, mas ainda podem apresentar “alguns desvios ortográficos e de pontuação que não comprometem a compreensão”.

Já em matemática, são considerados níveis insuficientes de aprendizado o 1 e o 2, onde estão 21,19% dos alunos avaliados de Guarujá. Espera-se que as crianças saibam contar até 20, ler as horas e minutos em relógio digital e comparem objetos pelo seu comprimento, entre outras habilidades.

A cidade também ficou na pior colocação da Baixada Santista neste quesito, segundo dados da ANA.

Cubatão aparece como a cidade com o maior número de estudantes avaliados no nível 4 de matemática.

Cerca de 42,09% das crianças são capazes de ler as horas e minutos em relógios analógicos, sabem ler alguns elementos de gráficos de barra, fazem operação de subtração com até três algoritmos e divisão em partes iguais ou em proporcionalidade sem auxílio de imagens.

Entenda o exame

Em 2012, o governo criou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), um compromisso dos governos federal, estaduais e municipais para garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas quando concluírem o 3º ano do fundamental.

A ANA, que começou a ser realizada em 2013, é feita com os estudantes em duas provas: na de língua portuguesa, há 17 questões de múltipla escolha e três de produção escrita.

Na prova de matemática, são 20 questões de múltipla escolha.
Na divulgação dos dados da ANA de 2014, a primeira vez que o resultado do Brasil foi divulgado publicamente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não indicou quais níveis de cada escala representam aprendizado adequado.

De acordo com o governo federal, em 2014 o Brasil tinha 3.294.729 estudantes matriculados no 3º ano do fundamental, considerando as redes pública e privadas, na zona urbana e em escolas do campo.

Fonte: Revista Digital de Noticias

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MEC ESTUDA COLOCAR PROFESSORES APOSENTADOS EM ESCOLAS DE IDEB RUIM.
GOVERNO QUER ATRAIR BONS DOCENTES PARA LECIONAR EM MUNICÍPIOS CARENTES. SALÁRIO QUE SE PAGA NO BRASIL NÃO ATRAI NINGUÉM’, DIZ MINISTRO.
 
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O Ministério da Educação estuda uma proposta para reativar bons professores que estejam aposentados oferecendo uma complementação salarial para que eles possam atuar em escolas públicas com desempenho ruim no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e nos municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Esta é uma das ideias debatidas para fazer parte do Programa Mais Professores, que o governo federal pretende lançar para colocar professores com boa formação na rede pública de ensino.

Segundo o ministro da Educação Aloizio Mercadante, este foi um dos temas discutidos em uma reunião que o ministro teve com a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) na terça-feira (10) para discutir o Mais Professores. “O que nós pretendemos fazer é um edital: o MEC complementaria o salário que a prefeitura paga para colocar, nos municípios de muito baixo IDH e nas escolas de baixo Ideb, um professor experiente aposentado. Nestes locais é mais difícil colocar um professor mais experiente e com a melhor formação para tentar melhorar com mais rapidez a qualidade do ensino”.

O ministro não explicou qual seria o valor da bolsa para atrair estes professores.

Mercadante explicou que o Mais Professores e será diferente do programa Mais Médicos do governo federal, que traz médicos de outros países para atuar no sistema público de saúde. “O problema dos médicos no Brasil é que nós temos uma baixa oferta de médicos. O caso dos professores, nós não temos como trazer professores de fora, os salários que se paga no Brasil não atraem ninguém. É uma ilusão imaginar que a consiga trazer bons professores com o salário que nós pagamos. Nós precisamos melhorar o salário do professor para poder resolver o problema da educação no Brasil.”

Enquanto nos Mais Médicos os contemplados recebem uma bolsa de R$ 10 mil mais ajuda de custo, os professores da rede pública enfrentam dificuldades até para que estados e municípios paguem o piso salarial para docentes da educação básica, de R$ 1.567.

Mercadante explicou que CNTE, estados e municípios discutem alternativas para o reajuste do piso salarial da educação, que incluem a inflação e a variação da verba do Fundeb. As propostas apresentadas divergem sobre o quanto dessa variação deve ser acrescentada.

“Qualquer alteração no piso nacional, só quem pode fazer é o Congresso Nacional. Qualquer proposta só terá apoio do MEC se garantir aumento real do salário. Porque, se é verdade que o reajuste tem sido acima das receitas dos estados e municípios e está criando dificuldades, a outra verdade é que o piso, apesar de ter reajustado 64%, está em torno de dois salários mínimos”, disse Mercadante. “É muito pouco para termos bons professores na sala de aula”.

Além do Mais Professores, o MEC vai lançar um programa que vai dar bolsas de estudo de R$ 150 para estudantes do ensino médio de escola pública que demonstrem interesse nas áreas e que participem de uma jornada de trabalho e pesquisa, nos moldes da iniciação científica, para que no futuro se tornem professores.

Fonte G1 Santos 


PAIS DE CRIANÇAS AUTISTAS DIVERGEM SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
ENTRE AS ALEGAÇÕES DOS QUE APOIAM A EDUCAÇÃO SEGMENTADA ESTÃO A EXPOSIÇÃO DOS FILHOS AO BULLYING, A FALTA DE ESTRUTURA E CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES NAS ESCOLAS REGULARES E A IMPREVISIBILIDADE DAS AÇÕES DAS CRIANÇAS, QUE PODEM INCLUSIVE SER VIOLENTAS, DENTRO DA SALA DE AULA.
 
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Familiares de pessoas com autismo estão organizando, para daqui a duas semanas, um grande ato, em Brasília, para pressionar o governo pelo direito de educarem seus filhos em casa ou em instituições específicas.

O movimento encontra resistência dentro do próprio universo de pais com filhos autistas. Há associações que defendem que o caminho para a maior socialização é por meio da educação regular.

A divisão veio à tona após a presidente Dilma vetar, na lei que iguala direitos de autistas aos de demais pessoas com deficiência, trecho que deixava aberta a possibilidade de a educação do grupo ser realizada de acordo com necessidades específicas.

“O autismo se manifesta em diferentes graus, o que vai gerar demandas diferentes. Não é possível tratar tudo na mesma normativa”, diz Berenice Piana, mãe de um jovem com autismo e uma das principais responsáveis pela aprovação da lei.

Entre as alegações dos que apoiam a educação segmentada estão a exposição dos filhos ao bullying, a falta de estrutura e capacitação de professores nas escolas regulares e a imprevisibilidade das ações das crianças, que podem inclusive ser violentas, dentro da sala de aula.

Apaes em todo o país dão fôlego ao pleito de quem defende a educação especial. A instituição é a mais tradicional do país no trato com pessoas com deficiência intelectual tanto em aspectos educacionais como em terapias. 

PARA MÃE, INTERAÇÃO É A ÚNICA FORMA DE QUEBRAR PRECONCEITO

Tom tem apenas três anos, mas já teve de mudar de escola três vezes por problemas de adaptação.

Ele tem autismo em grau ainda não determinado. Mesmo assim, sua mãe, a jornalista Silvia Ruiz Mangalya, 43, defende que ele estude na educação regular, integrado com crianças de todos os tipos.

“Sei que as escolas não estão preparadas para o Tom, mas penso que é preciso construí-las. Isso só é possível com ajuda de pais, professores e direção. Não dá para colocar o filho em sala de aula e achar que vão se virar para ensiná-lo”, diz Silvia. 

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Segundo a mãe, apenas com a interação será possível quebrar preconceitos e entender a diversidade.

“Estou certa de que o melhor caminho é ele estar em uma escola convencional”, afirma.

“O Tom vai precisar encarar suas dificuldades, evoluir. Acompanho tudo de perto, ajudo os professores, converso com pais dos colegas dele. Faço tudo para combater os mitos em torno do autismo.”

O menino tem problemas de comunicação, mas voltou a falar após a frequência às aulas.

Silvia diz que é preciso mostrar à escola quais são as necessidades em cada caso e ajudar na busca de soluções para o aprendizado do aluno.

Ela diz ser normal ter medo de que o filho possa sofrer na escola e a solução para isso é a proximidade.

“Não dá mais para manter a invisibilidade dos autistas. Nunca vai haver shopping especial só para eles, um mercado só para eles. Meu filho vai a todos os lugares.” 

RECURSOS

Pelo Plano Nacional de Educação, em avaliação no Congresso, instituição nenhuma poderá, a partir de 2016, receber recursos públicos para fornecer ensino exclusivo a grupos com deficiência como autistas, downs ou paralisados cerebrais, como no caso das Apaes.

“O mundo moderno exige toda criança na escola e o governo investiu em leis e procedimentos que levassem o país a esse patamar. Se a criança não puder ir à escola por motivos médicos sérios, a escola deve ir à criança”, afirma o psicólogo Manuel Vazquez Gil.

Ele tem um filho com autismo em grau severo e que estuda no ensino regular.

O MEC (Ministério da Educação) defende que é inconstitucional a manutenção das escolas especiais, uma vez que o Brasil é signatário de convenção internacional que determina a educação inclusiva, fornecendo os governos as condições para isso.

“Os pais precisam ter o direito de escolha de onde querem educar seus filhos. Eles são os melhores especialistas, vivem o problema no dia a dia”, declara Piana.

Na política de educação inclusiva do MEC estão previstas ações “intersetoriais” para atender os casos mais graves de pessoas com deficiência na escola, que envolvem auxílio de acompanhantes, atenção à saúde e ensino complementar.

Os contrários à obrigatoriedade do ensino regular afirmam que, na vida prática, a educação inclusiva não tem efeito para pessoas com autismo em grau severo, que não aprendem à contento e na escola ficam longe de cuidados da família ou de profissionais habilitados.

A secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Linamara Battistella, avalia que o debate em torno da educação de autistas não pode ser generalizado e precisa de mais espaço.

“O conceito da educação inclusiva é para o que trabalhamos, mas é preciso particularizar o que exige um cuidado diferenciado. Em caso de autistas com grave dependência, talvez a escola convencional não seja o melhor lugar.”

Já a secretária municipal da mesma pasta, Marianne Pinotti, defende que a escola regular crie condições, com a ajuda dos pais e de especialistas, para o atendimento de qualquer criança, de acordo com suas necessidades.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo 


POLÍCIA FEDERAL CONTINUA INVESTIGANDO A UNIESP
SUPOSTOS CRIMES PRATICADOS PELA INSTITUIÇÃO, ESTÃO SENDO DENUNCIADOS PELA IMPRENSA NACIONAL, ALUNOS E CAUSA INDIGNAÇÃO NO MEIO ESTUDANTIL.
 
 
FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO – 05/10/2012