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PREFEITURA DE GUARUJÁ NÃO PAGA OS VELHOS FORNECEDORES, 13º SALÁRIO, MAS CONTINUA FAZENDO CONTRATOS CAÇA-NIQUEIS ESCANDALOSOS!
CONTRATO DE CONSULTORIA DE TRÂNSITO É UMA REEDIÇÃO DO RECENTE ESCÂNDALO DE UM CONTRATO SIMILAR. QUANTO AO ASFALTO E BURACOS DA CIDADE, A POPULAÇÃO QUE MORRA!
 
 
…ENQUANTO SE LEVA UMA HORA PARA PRODUZIR UM CASO DE CORRUPÇÃO NO GUARUJÁ, O MINISTÉRIO PÚBLICO LEVA 10 ANOS PARA PRODUZIR UM PROMOTOR PARA FISCALIZAR, É DESIGUAL A LUTA!
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OS PROMOTORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAIXADA SANTISTA, DEVEM SENTIR MUITA VERGONHA EM ASSISTIR CENAS COMO ESTAS NA REDE GLOBO!
DURANTE CINCO ANOS ASSISTIMOS ESTAS CENAS E O MINISTÉRIO PÚBLICO INERTE. COMO SERÁ QUE REAGE UM PROMOTOR PÚBLICO AO VER UM CIDADÃO POBRE, CARENTE, DECLARAR A UMA CÂMERA DE TV QUE FOI OBRIGADO A COMPRAR ÉTER, NUMA CIDADE ONDE ESTÁ SE GASTANDO 27 MILHÕES PARA REFORMAR UM ESTÁDIO MUNICIPAL. E O CASO DO SR. BIRIBA QUE MORREU AGONIZANDO APENAS A ALGUNS METROS DO MESMO POSTO DE SAÚDE SEM ATENDIMENTO?
 


INTERVENÇÃO FEDERAL NÃO RESOLVE MAIS NOSSOS PROBLEMAS. SOMENTE A MARINHA DO PARAGUAY INVADINDO NOSSAS PRAIAS, GUARUJÁ MELHORARIA!
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A PEC 37 CAIU! A SOCIEDADE QUER AÇÕES RÁPIDAS DO JUDICIÁRIO!
A CORRUPÇÃO POLÍTICA ATINGIU NÍVEIS ALARMANTES, ATÉ QUANDO VAMOS ASSISTIR A TUDO QUE VEM ACONTECENDO EM NOSSA REGIÃO, DOUTORES PROMOTORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO?
 
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UM GRANDE COMEÇO SERIA A REVISÃO DE CONTRATOS DE LIXO, ASFALTO, MERENDA ESCOLAR E DISPENSAS DE LICITAÇÕES.
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DELEGADOS DA POLÍCIA FEDERAL CHAMAM OPERAÇÃO ANTICORRUPÇÃO DE “CENA TEATRAL”.
ENTIDADES DE CLASSE CRITICARAM MUTIRÃO DEFLAGRADO NA TERÇA-FEIRA POR PROMOTORES.
 
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SÃO PAULO – Delegados da Polícia Federal reagiram à ofensiva feita pelo Ministério Público para manter seu poder de investigação. Duas entidades de classe da PF criticaram o mutirão contra a corrupção deflagrado pelos promotores e procuradores na última terça-feira, quando 92 pessoas foram presas sob acusação de desviar mais de R$ 1 bilhão de cofres públicos.

Os delegados chamaram a operação de “cena teatral” e afirmaram que sua execução foi “inadequada”. Sustentam que o MP não tem meios para realizar investigações e defendem a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 37, que retira dos promotores e procuradores o poder de apuração.

No dia do mutirão do Ministério Público, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, classificou a ação como uma resposta à tentativa de aprovação da proposta e que a instituição tem participação efetiva no combate à corrupção.

O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal em São Paulo, Amaury Portugal, avalia que a promotoria realizou a operação como uma “manifesta jogada de marketing” para tentar barrar o projeto. “O Ministério Público, tendo o dever constitucional de titular da ação penal, esquece-se que deve respeitar o titular da investigação que é a autoridade policial”, anota Amaury Portugal.

O líder sindical dos delegados da PF em São Paulo sustenta que, ao realizar investigações, os promotores e procuradores provocam um “desequilíbrio” na aplicação da lei, pois o MP atua como parte nos processos.

“Esquece-se que, na relação processual penal, ele, Ministério Público, é parte e sua atuação, usurpando os poderes da Polícia, causa um desequilíbrio na aplicação da lei penal em desfavor do investigado ou réu”,
afirma.

Portugal acrescenta que a promotoria e a procuradoria formam um ponto “antidemocrático” no processo.

“Na realidade, o MP não tem nem mesmo meios técnicos e materiais para conduzir uma investigação, ou operação de combate ao crime organizado. São apartados das mais comezinhas regras técnicas de investigação e acabam remetendo à polícia os complementos finais dessa atividade, sem o que não teriam prova material para a denúncia e a ação penal”, alega.

Demagogia. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) afirmou que o mutirão do Ministério Público foi “demagógico e político”. “Combinar a deflagração nacional, no mesmo dia, de ações envolvendo os mais diversos crimes, locais e alvos, inclusive com a execução antecipada e inadequada de medidas, mostra uma preocupação exclusivamente midiática e não com a investigação criminal”, escreveu a entidade.

Para a ADPF, os promotores agiram “com o objetivo claro de figurar como protagonista numa ação política institucional, em detrimento do trabalho colaborativo desenvolvido com as demais instituições e órgãos públicos”. 

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
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VALEU PREFEITA, VALEU SABESP!
…E O SECRETÁRIO GAFANHOTO DECLAROU  NO PROGRAMA DO CABRA-DA-PESTE, DA TV GENÉRICA, QUE A FALTA DE ÁGUA EM VICENTE DE CARVALHO É DEVIDO A NÃO TER NENHUM JUIZ, PROMOTOR, DESEMBARGADOR MORANDO NO DISTRITO DE VICENTE DE CARVALHO…