GREVE DOS PROFESSORES EM GUARUJÁ GANHA UM APOIO DE PESO!
DEPUTADO JOSÉ DA SILVA NINGUÉM (PSN), ESTARÁ EM GUARUJÁ ESTA SEMANA PARA SERVIR DE INTERLOCUTOR JUNTO AO GOVERNO MUNICIPAL.
 
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SINDICATO DOS PROFESSORES NÃO RECEBE NOTIFICAÇÃO E GARANTE PARALISAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA.
APESAR DA NOTÍCIA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DA TV TRIBUNA (REDE GLOBO), DIRIGENTES AGUARDAM MANDATO JÁ QUE A LEI DE GREVE OBRIGA APENAS 30% DO RETORNO DOS PROFESSORES AO TRABALHO. SERÁ QUE A LEI DE GREVE NÃO VALE NA ILHA DE SANTO AMARO?
 
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A greve dos professores, iniciada no último dia 18, deve continuar nesta quarta-feira. Apesar de o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ter determinado o retorno imediato às atividades, a presidente do Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), Joanice Gonçalves Santos Bapstista, informou que, até as 20h30 de hoje, não havia recebido notificação judicial alguma sobre a liminar do TJ-SP. Dessa forma, segundo ela, a greve terá prosseguimento.

“O que eu soube foi pelo Facebook da Prefeitura de Guarujá. Nenhum secretário de lá me ligou. Como fiquei sabendo apenas pelas redes sociais e não fui notificada de nada de maneira oficial, vamos manter a greve, conforme desejo expresso da categoria na assembleia de hoje”.

Desta forma, fica igualmente mantida a programação original de protestos do Siproem. Nesta quarta-feira, a partir das 9 horas, os professores estarão em frente à escola Gladson Jafet, localizada na Vila Lígia. De lá, eles deverão fazer a quarta passeata dos últimos seis dias, percorrendo as ruas de Guarujá até o Ferry Boat.

O Siproem também não confirmou a participação na reunião anunciada pela Prefeitura de Guarujá, nesta quarta-feira. “Ficou bem claro no encontro de segunda-feira que a reunião ocorreria apenas se a categoria concordasse em suspender a greve e iniciar do zero uma negociação salarial. Não foi isso o que ocorreu”.

ENTENDA A NOTÍCIA

Justiça determina fim da greve e retorno imediato de professores às salas de aula

Professores da rede municipal de Guarujá terão que retornar imediatamente às salas de aula. A determinação é do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que concedeu liminar favorável à Prefeitura, determinando a suspensão da greve que completou 12 nesta terça-feira.

A decisão estabelece ainda multa diária no valor de R$ 100 mil ao Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), em caso de descumprimento.

Na decisão, o desembargador do TJ, Antônio Carlos Malheiros, entendeu que “uma vez que a essencialidade do serviço é indiscutível, a medida busca reconhecer a ilegalidade do movimento paredista diante da abusividade e ilegalidade dos motivos”.

No início da tarde desta terça-feira, os professores da rede pública decidiram, em assembleia, manter a greve iniciada no último dia 18. O retorno às salas de aula voltou a ser discutido porque a Prefeitura havia informado, na segunda-feira, que só retomaria as negociações sobre o reajuste salarial da categoria caso a paralisação fosse encerrada.

A proposta foi apresentada durante reunião com a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), secretários e representantes da categoria e dos servidores públicos no Paço Municipal.

Apesar de a Administração Municipal não oferecer um repasse aos trabalhadores superior a 0,5%, sugeriu a criação de uma comissão para estudar uma nova reivindicação salarial e, com isso, começar uma nova negociação.

A mesma proposta será avaliada pelos trabalhadores representados pelo Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv), em assembleia, na próxima sexta-feira.

Em nota, a Prefeitura de Guarujá informou que mantém o que foi acordado na reunião de segunda-feira e realizará nesta quarta-feira uma reunião com o Siproem e Sindserv para formar uma comissão que tratará da proposta de reajuste salarial que beneficie todo o funcionalismo municipal.

A Administração Municipal informa ainda que retoma o diálogo para chegar a uma proposta que seja boa para todos os servidores. O objetivo, segundo a Prefeitura, é avançar atendendo e contemplando os anseios de todas as categorias.

Fonte: A Tribuna Digital


SHOW DOS PROFESSORES, CABE COMO UMA LUVA EM GUARUJÁ!
TRILHA SONORA DO MOVIMENTOS DOS PROFESSORES NO RIO DE JANEIRO, PODERIA SER UTILIZADA AQUI SEM NENHUMA ADAPTAÇÃO, SOMENTE A TROCA DOS ESCÂNDALOS NO VÍDEO.
 
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COM IML DE SANTOS INTERDITADO, FAMÍLIAS AMARGAM HORAS POR ATENDIMENTO EM GUARUJÁ.
A SUPERLOTAÇÃO DA UNIDADE, FAMÍLIAS AMARGARAM HORAS DE ESPERA PARA CONSEGUIR A LIBERAÇÃO DE CORPOS QUE PASSAVAM POR PERÍCIA NO LOCAL.
 
 

Desde que a unidade do Instituto Médico Legal (IML) de Santos foi parcialmente interditada pela Vigilância Sanitária, a unidade instalada na Vila Zilda, em Guarujá, está responsável pelo atendimento de 11 cidades (nove da Baixada Santista e duas do Vale do Ribeira), que dependem exclusivamente do serviço.

Apesar do movimento na unidade ter sido abaixo do comum na última semana, nesta terça-feira, conforme apurado pela Reportagem, funcionários corriam contra o tempo para garantir o atendimento às famílias no menor tempo possível. Alguns deles relataram à Tribuna que chegaram a trabalhar no período do almoço, para poder dar conta do serviço que já se acumula na unidade.

No local, apesar de não haver corpos expostos, a geladeira onde os cadáveres são mantidos estava com sua capacidade máxima de ocupação. Nove corpos eram mantidos no local.

Com a superlotação da unidade, famílias amargaram horas de espera para conseguir a liberação de corpos que passavam por perícia no local. Uma delas aguardava desde a tarde de ontem. A vítima, Diego Barros de Aguiar, de 22 anos, morreu no início da tarde de segunda-feira, após um capotamento em Cubatão. O corpo do rapaz só foi liberado para o sepultamento por volta das 15 horas de hoje.

Uma outra família permaneceu no local por 8 horas. A vítima, Roger Silva Ferreira, 20 anos, foi baleada na noite de segunda-feira, em Itanhaém. A família do rapaz chegou ao Guarujá hoje, às 8 horas, e só conseguiu deixar a unidade por volta de 16 horas, sem saber se o sepultamento do corpo poderia ocorrer ainda hoje.

A sobrinha da vítima, Aline Ferreira, conversou com a Reportagem. Além da demora no atendimento, ela criticou a falta de infraestrutura do local para receber as famílias em momentos como esse.

“Estamos sem dormir. É uma falta de respeito. O banheiro não tem papel, não temos nem bebedouro”, lamentou a jovem, que tem esperanças que o atendimento no local volte a ser normalizado.

“Esperamos que melhore (o atendimento), para que outras famílias não passem por isso. É um momento de muita dor”.

Em Santos, o prédio do IML está interditado desde o dia 17 de julho. NO início da semana passada, a Superintendência da Polícia Técnico Científica havia divulgado à imprensa que a unidade reabriria na sexta-feira. Porém, os reparos no prédio ainda não foram concluídos.

As obras começaram na última segunda-feira e incluem limpeza geral e remoção de entulho, capinação, desentupimento hidráulico, além de ajustes elétrico e hidráulico para a instalação de uma câmara frigorífica para o acondicionamento de corpos.

No local, há apenas funcionários em serviço administrativo e prestando esclarecimentos ao público. Equipes extras são enviadas diariamente ao Guarujá para apoiar o atendimento.

Fonte: A Tribuna Digital


FUNCIONÁRIOS PROTESTAM CONTRA A SABESP, EM GUARUJÁ. 
ATENDIMENTO AO PÚBLICO SERÁ SUSPENSO POR CERCA DE DUAS HORAS. ELES RECLAMAM DE TROCA DE FUNÇÕES E DE FALTA DE SEGURANÇA NAS UNIDADES.
 
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Funcionários da Sabesp realizam uma manifestação, na manhã desta terça-feira (29), em frente as unidades da empresa em Guarujá, no litoral de São Paulo. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Urbanitários (Sintius). Segundo a categoria, há problemas que estão sendo enfrentados pelos trabalhadores das agências de atendimento da empresa. Sabesp informou que tratará do assunto diretamente com o sindicato.

Os atos ocorrem nas agências da avenida Leomil, 1055, Barra Funda, e da avenida Thiago Ferreira, 435, na Vila Alice. O atendimento público, que tem início às 10 horas, ficará paralisado por cerca de duas horas. Os funcionários que realizam a manutenção nas ruas também não estão saindo para realizar os serviços. Cerca de 60 funcionários estão dentro das unidades sem trabalhar.

De acordo com o Sindicato dos Urbanitários (Sintius), que representa os funcionários, há desvio de função e os técnicos de gestão das unidades estão sendo obrigados a exercer a mesma atividade dos atendentes. Além disso, segundo o sindicato, por uma decisão da empresa, as equipes de Vicente de Carvalho deixaram o distrito, o que provoca atrasos na execução dos serviços daquela comunidade.

A falta de segurança é outra queixa da categoria, porque as unidades estão sem porteiros ou seguranças, assim como as estações de tratamento de água (ETAs) e esgoto (ETEs) de toda a Baixada Santista. Por esse motivo, o sindicato fez na última quarta-feira (23) um grande protesto na ETA Indaiá, em Bertioga, que contou com a presença de 60 pessoas entre populares, trabalhadores e diretores do Sindicato.

Em nota, a Sabesp informou que tratará do assunto diretamente com o Sindicato dos Urbanitários (Sintius). A Sabesp também disse que os serviços essenciais prestados pela Companhia estão mantidos e os clientes da empresa podem obter outras informações ou registrar ocorrências por meio da Central Telefônica Gratuita pelo telefone 0800 055 0195 pelo site.

Fonte: G1/Santos


PREFEITURA NÃO ANUNCIA NOVO REAJUSTE, MAS PROPÕE CRIAÇÃO DE COMISSÃO.
“OS SERVIDORES JÁ NÃO AGUENTAM MAIS ESSA SITUAÇÃO, QUE SE ARRASTA DESDE ABRIL. JÁ ESTAMOS, QUASE, EM AGOSTO E ATÉ AGORA NADA”, DECLAROU MÁRCIA RUTE DANIEL PRESIDENTE DO SINDSERV.
 
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Após quatro horas reunidos com a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) e secretários, representantes dos servidores públicos e professores municipais se mostraram insatisfeitos com a proposta apresentada pela Administração Municipal, para resolver o impasse salarial das duas categorias. Após oferecer um reajuste de 0,5% à categoria, a Prefeitura sugeriu a criação de uma comissão para estudar uma nova reivindicação salarial e, com isso, começar uma nova negociação.

Entretanto, para que o aumento nos salários volte a ser discutido, os professores da rede pública devem retornar às salas de aula nesta terça-feira, quando a paralisação atinge 12 dias.

A proposta, de acordo com a presidente do Sindicato dos Professores em Escolas Públicas Municipais (Siproem), Joanice Gonçalves Santos Baptista, será discutida em assembléia, às 14 horas, na quadra da Escola de Samba Amazonense, na Rua Francisco Alves, 72, Vicente de Carvalho, em  Guarujá.

É nesse encontro que serão definidos os rumos da negociação. “Vamos apresentar a situação para toda categoria e eles é que vão decidir se aceitam a proposta da Prefeitura ou continuam em greve”.

Joanice definiu  a reunião como  positiva. Para ela, mesmo sem ter sido apresentada uma nova oferta salarial, a prefeita aceitou começar uma nova negociação. “Depois de muita discussão acredito que isso (criação da comissão) tenha sido um avanço. Pelo menos mostraram estar abertos para conversar”.

Já a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv), Márcia Rute Augusto, não demonstrou a mesma satisfação com o posicionamento da Prefeitura. “Os servidores já não aquentam mais  essa situação, que se arrasta desde abril. Já estamos, quase, em agosto e até agora nada”.

De acordo com ela, que representa trabalhadores de 104 funções, os servidores não podem ser punidos com a criação de uma nova comissão.

“Já havíamos conseguido a correção da tabela do quadro funcional, mas  com a mudança  de emendas na Câmara Municipal –  retirou do  projeto de lei termo “anual” para o reajuste dos profissionais – perdemos esse direito”, diz Márcia, que vai realizar uma assembleia com a categoria na sexta-feira, às 19 horas. 

Resposta

Assim que terminou a reunião, a prefeita Maria Antonieta de Brito exaltou o respeito entre as partes participantes da  reunião durante todo o encontro. Ela também explicou o que motivou o convite aos sindicatos para uma conversa.

“Com as emendas que o projeto recebeu (na Câmara) a lei se tornou inconstitucional. Nós teríamos uma grande discussão jurídica se fossemos pelo caminho legislativo”

A prefeita diz que devido à demora nesse processo e  por entender a  urgência do assunto foi decidido de forma consensual a criação de uma comissão nessa quarta-feira para reiniciar as discussões pelo reajuste salarial.

“Nosso desejo é avançar para poder dar o reajuste aos servidores. Esperamos que os professores, a partir dessa proposta, voltem imediatamente às aulas. Nesta comissão também estaremos discutindo a reposição dos professores”.

Fonte: A Tribuna Digital


UMA INDUSTRIA DE MULTAS CHAMADA GUARUJÁ!
UMA RÁPIDA VISITA A INTERNET, VAMOS LER RELATOS ABSURDOS QUE TODOS NÓS MORADORES CONHECEMOS DE PERTO. A PERGUNTA É A SEGUINTE: ONDE ESTÃO OS MILIONÁRIOS RECURSOS DAS MULTAS APLICADAS NA ILHA DE SANTO AMARO?
 
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GOVERNO MARIA DE BRITO: “QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!”
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