SÃO 2.000 CÂMERAS DE VÍDEO, CONFORME DIVULGADO PELA PREFEITA DE GUARUJÁ, GUARDA MUNICIPAL COM CARRINHOS NOVOS E VEJAM O ESTADO DA ANTIGA SUBPREFEITURA DO ITAPEMA, MEU POVO!
AGORA VEJAM SÓ: A 200 METROS DO ATUAL CENTRO DE CIDADANIA, TEMOS UMA GLORIOSA BASE DA GCM, ONDE PROVAVELMENTE OS GUARDAS SONECA E MISTER MAGOO TRABALHAM, PORQUE NINGUÉM ENXERGA ISSO….
 
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GOVERNO MARIA DE BRITO: “QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!”


DESCULPEM, NÓS ERRAMOS NAS HORAS, MAS O PRÊMIO AINDA É DO TODY!!
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO HOMENAGEARÁ O FUNCIONÁRIO PUBLICO E VEREADOR TODY DO PMDB!
CONFORME DOCUMENTO ANEXO ENVIADO AO MINISTÉRIO PÚBLICO, NOSSO ATUAL VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA DE GUARUJÁ CUMPRIU QUANDO CHEFE DA FÁBRICA, ALÉM DA JORNADA DE TRABALHO DE 160 HORAS MAIS 192 HORAS EXTRAS.É IMPRESSIONANTE ESTA MÁQUINA DE TRABALHO!
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todyfuncionariodomes2
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 PORTANTO LUCIANO DE MORAES ROCHA, O POPULAR TODY É O……. 

TodyFuncionarioAno
 
ELE MERECE….ELE MERECE….REALMENTE É A CARA DO GOVERNO ANTONIETA, O ORGULHO DO PMDB NACIONAL!
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TAXA DE LIXO, TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA, ISSQN, ITBI, DPVAT, IMPOSTO DE RENDA, ICMS, IPI, IPVA….
…E NÓS AINDA TEMOS QUE PAGAR O LANCHINHO DA CÂMARA MUNICIPAL? QUANTOS BRASILEIROS RECEBEM R$ 12,60 PARA TOMAR UM LANCHINHO A TARDE,COM PUDIM DE LEITE?
 
diadialanchinho
 
SERÁ QUE A MESA DIRETORA EXPLICA ESSA?
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guarujádestruida
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E A POPULAÇÃO CONTINUA INDIGNADA COM A TRANSLIXORAL…
COITADO DO VITOR, MAL ELE SABE QUE A DIRETORA DE TRÂNSITO, CHAMADA NA SEMANA PASSADA NA COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA, INFORMOU QUE TEMOS APENAS 1 (É ISSO MESMO, APENAS UM), FISCAL PARA FISCALIZAR A TRANSLIXORAL NO GUARUJÁ!
translitoralreclamação
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…E AINDA TEM VEREADOR QUE QUER VIRAR DEPUTADO, PRA QUE?
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Sempre fui fã do jornalista Leão Serva, um dos idealizadores da obra “Como Viver em São Paulo sem carro”. A crônica de Serva, expressa o sentimento de todos aqueles que amam uma cidade limpa, urbanística e a civilidade. Leiam abaixo e pensem nas palavras do jornalista, que fazem as nossas palavras:

#MalditaPropagandaEleitoral
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A lei Cidade Limpa foi implantada em São Paulo em 2007, aprovada pela unanimidade menos um dos vereadores paulistanos. Obteve imediatamente imenso apoio popular.

É, por isso, chocante ver políticos que participam da corrida eleitoral de 2014, depois de sete anos de vigência da lei, emporcalharem a cidade sem nenhum escrúpulo.

Pior ainda: vereadores que votaram a favor da lei, agora concorrendo a deputado, sujam a cidade, como Floriano Pesaro (PSDB) e Jooji Hato (PMDB). Há também políticos ditos ambientalistas poluindo o visual, como Bruno Covas (PSDB) e William Woo (PV). Ou candidatos do partido do ex-prefeito Kassab (PSD), autor da lei Cidade Limpa, como Walter Ihoshi. Há até placas com foto de José Serra (PSDB), entusiasta da lei que eliminou a poluição da propaganda na cidade. Cito apenas alguns. Há reclamações sobre diversos outros casos e nomes em toda a cidade.

Alguns poderão dizer que o pleito é regido por leis federais e o veto à publicidade externa é municipal. Sim, mas em respeito à vontade do cidadão paulistano, os candidatos à eleição de 2010 se contiveram. Políticos podem alegar, ainda, que não controlam tudo que acontece na campanha. Tanto pior: se não comandam sua equipe, como dirigirão o país?

Há ainda duas questões importantes a considerar. A primeira delas é a imoralidade: os cavaletes com a imagem dos políticos custam dinheiro. É natural ver em sua invasão um sinal de abuso econômico.

O segundo aspecto é a burrice. Os publicitários sabem (talvez não contem a quem os contrata) que esse tipo de propaganda não tem efeito. Ela emporcalha a cidade, estragando ainda mais o visual de nossas ruas, mas o eleitor não as vê, lê ou memoriza. Ninguém para no trânsito para anotar o número do político. Ao contrário, talvez até se irrite com a profusão de imagens repetitivas, que parecem sempre os mesmos retratos mal produzidos com idênticos sorrisos amarelos. Só quem se beneficia com elas são as gráficas.

Diferente do que a publicidade objetiva, ela não convence eleitores. Aquele que vota consciente não escolhe candidatos por mera sugestão propagandística, semelhante à publicidade de sabonete. O eleitor informado escolhe o seu representante através das suas propostas, chapa política, confiabilidade, etc.

E quem não vota consciente também não é influenciado por placas espalhadas pelas ruas aleatoriamente. Há muitas formas de atingi-lo e conquistá-lo. Nenhuma delas inclui os cavaletes que invadiram as calçadas.

É inclusive chocante notar que tantos políticos, candidatos a ocupar postos de representação da sociedade, não entenderam nada sobre como a sociedade vive e se comunica hoje.

Por qualquer critério que se adote para avaliar eficiência em comunicação, cavaletes e placas que sujam o visual da cidade não são considerados eficientes. Foi por isso, também, que as principais agências de publicidade logo aceitaram a lei Cidade Limpa. Essa é a razão por que, mesmo nas cidades vizinhas a São Paulo (onde a lei não foi adotada), os grandes anunciantes, que se preocupam com eficiência, não usam outdoors.

O mundo mudou e os políticos não viram. Ou talvez sejam mais espertos e usem essa publicidade para outro fim: acostumar a cidade à ideia de que a Lei Cidade Limpa morreu. A prefeitura já não fiscaliza as ruas desde janeiro de 2013. A campanha viria para jogar a pá de cal na regra.

Uma forma de evitar isso é recusar o voto aos políticos que sujam a cidade com publicidades de formatos proibidos por aquela lei.

Publicado no Jornal Folha de São Paulo


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A CRIAÇÃO DOS QUIOSQUES NAS PRAIAS E O QUE SE TORNARAM.
por Marinho Guzman – SOS Guarujá
 

Excelente ideia, as pequenas construções deveriam atender ao povo, servindo coquetéis, refrigerantes, água e alguns petiscos.

No mundo inteiro essas construções existem e algumas, exploradas por gente séria, fazem dos locais equipamentos turísticos referendados por todos.

Não foi o que ocorreu no Guarujá.

Mercê de sucessivas, desastradas e criminosas administrações, os quiosques transformaram-se em moeda política, permitindo-se toda sorte de ilegalidades.

As pequenas construções se tornaram gigantescos barracos de pau a pique e sapé que mantém restaurantes ilegais, alguns com mais de quinhentos metros quadrados e centenas de mesas e cadeiras que ocupam ilegalmente o calçadão e as areias da praia.

Tais construções não possuem esgoto nem banheiros e a grande maioria é ocupada por pessoas que estão ilegalmente na sua posse, sob alegação terem comprado dos permissionários originais, coisa impossível perante a lei.

Há pessoas morando em alguns deles, outros já foram palco de crimes violentos, com dezenas de ocorrências de tráfico de drogas e prostituição.

Hoje se fala em demolição, desemprego e outras bobagens que tentam encobrir a falta de fiscalização e o total desrespeito às normas legais.

Houvessem cumprido a lei, ainda que parcialmente, a situação não chegaria onde chegou e a desacreditada Justiça que tarda e segundo alguns não falha, determinou a demolição de todos eles, pagando os justos pelos pecadores.

Não há mais como convalidar esses estabelecimentos.

Ferem a Legislação Federal de ocupação do solo e todas as legislações de Saúde e as futuras concessões serão obrigatoriamente licitadas.

Faço essa lembrança para mostrar que pequenos desmandos de prefeitos desonestos e incompetentes trouxeram o Guarujá à caótica situação em que encontra, prejudicando a população e até incautos e inocentes e que se medidas sérias não forem tomadas a situação pode se agravar tanto que inviabilizará o turismo e o veraneio nos transformando em cidade-dormitório de muros tão altos quanto os de uma cadeia onde nós seremos os presos, se é que já não somos reféns.